Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

O vídeo acima mostra a moral neo ateísta para alegarem preconceito ou difamação por parte das declarações do apresentador José Luiz Datena.

Lembrando: Ameaçaram até mesmo processar o mesmo em peso, distribuindo um modelo de denúncia.

 

Read Full Post »

Aqui, alguns exemplos de rápida evolução, que não necessitam de milhões de anos, nem transformam tipos em outros (como é pregado pelos evolucionistas ateístas), consistentes com o relato bíblico do Gênesis e que mostra, através da observação, que os animais diversificam-se rapidamente (a comparar com a escala evolutiva atual, de milhões de anos).

Sendo assim, pode-se explicar a biodiversidade atual pelo modelo do Gênesis, tanto do relato da criação quanto do dilúvio – não é novidade que temos até mesmo cristãos evolucionistas a questionarem como as “poucas” espécies conservadas na arca poderiam dar origem à toda a biodiversidade que temos hoje.

Lagartos sofrem rápida evolução após mudança de casa

Em 1971, biólogos levaram 5 pares de lagartos adultos da espécie Podarcis sicula de sua ilha natal Pod Kopiste, ao sul do mar Adriático, para a ilha vizinha Pod Mrcaru. Hoje (2007-2008), uma equipe internacional de pesquisadores mostrou que introduzir esta espécie de lagartos a um novo ambiente fez com que evoluíssem rapidamente e em larga escala.

“Diferenças significativas no tamanho e forma da cabeça, aumento da força da mordida e o desenvolvimento de novas estruturas nos tratos digestivos dos lagartos foram observados após apenas 36 anos, que é uma escala de tempo muito curta”, diz Duncan Irschick, professor de biologia na University of Massachusetts Amherst. “Estas mudanças físicas ocorreram lado-a-lado com mudanças dramáticas na densidade populacional e estrutura social”.

Mais informações no link indicado.

Surpreendendo lagartos a adaptarem-se

A vinte anos atrás, biólogos evolucionistas transplantaram pequenos grupos de lagartos da espécie Anolis sagrei da região de Staniel Cay, nas Bahamas, para várias ilhotas próximas, sendo que nenhuma destas possuía qualquer população de lagartos. Os pesquisadores esperavam que os répteis fossem extintos, mas de 10 a 14 anos depois, os animais aparentavam sofrer mudanças físicas que, com o tempo, poderiam tornar cada população das ilhas em espécies distintas.

Se as mudanças são genéticas, o estudo será uma forte evidência de que populações isoladas divergem por seleção natural, e não por deriva genética, como alguns teóricos defendem.

Rápida evolução cromossômica em camundongos de uma ilha

Madeira é uma pequena ilha vulcânica no Oceano Atlântico, com montanhas íngremes a separar vales estreitos, que são a única área habitável pór humanos e seus comensais. Aqui, nós mostramos que ratos domésticos (Mus musculus domesticus) na Madeira têm uma inesperada diversidade cromossômica, cuja evolução é independente dos processos adaptativos, contando mais com o isolamento geográfico e deriva genética.

Avaliação da taxa de evolução em populações naturais de Guppies (Poecilia reticulata)

As populações naturais de guppies foram submetidas a um episódio de seleção direcional que imitava os processos naturais. A taxa resultante da evolução da idade e tamanho na maturidade foi semelhante às taxas tipicamente obtidas para as características submetidas à seleção artificial em laboratório e até sete ordens de magnitude maior do que as taxas inferidas a partir do registro paleontológico.

Traços masculinos evoluíram mais rapidamente do que traços femininos em grande parte porque os machos tiveram maior variação genética sobre a qual a seleção natural poderia atuar. Estes resultados são considerados à luz do debate em curso sobre a importância da seleção natural em relação a outros processos no registro paleontológico da evolução.

Read Full Post »

Dei uma olhada no blog do Luciano Ayan hoje cedo e encontrei o vídeo acima. Nele, Dawkins dá um show de mentira e desonestidade, em mais um capítulo de sua empreitada, que seria, hipoteticamente, prender o papa – sob a acusação de “crimes contra a humanidade”. Lembremos que foi esse comportamento que o fez ser chamado de palhaço, por um órgão que não é sequer religioso.

O Luciano já identificou a desonestidade dawkinista na mesma entrada de seu blog*.

Mas não termina aí. Mesmo após a exposição da fraude (não é a primeira vez que Dawkins é refutado por causa de desonestidade), alguns ateus insistem em defender o pregador neo ateu.

Alguns exemplos já podem ser vistos na comunidade em que tenho debatido, neste tópico.

O forista Israel (ateu) diz (destacado):

Assisti ao vídeo, não percebi ou não prestei atenção na parte onde ele mente. Me desculpe.

(…)

Ainda bem que tem o Dawkins para fazer esse trabalho de confrontar. É bom que existam pessoas assim. Eu não teria o mesmo vigor que ele para defender o ateísmo.

Ou seja, ele alega que não viu a mentira de Dawkins, mesmo que tenha sido exposta em vários parágrafos pelo Luciano.

A discussão com um sujeito desses segue assim. Ele negará sempre que o pregador de ateísmo está errado, pois assim escusa de ter de defender as alegações.

É apenas técnica de impossibilitação de discussão. Ele irá fingir que não vê as mentiras, e irá prosseguir com o discurso. Porque o senso crítico ateísta (e principalmente neo ateísta) parece “travar” quando o discurso é a favor do ateísmo.

O outro participante do tópico é o Rodney, que segue pelo mesmo caminho:

Não tem poder de fogo e muito menos mentiras. Foi dita somente a verdade.

O que ocorre é que Dawkins ‘se atreveu’ a se portar da forma que a maioria dos ateus pretendeu, mas por uma razão ou outra, deixou para lá.

(…)

Eu, dentro de minhas limitações, estou nessa parada.

Ele diz que não há mentiras e que foi dita somente a verdade. Ou seja, só pode estar de palhaçada. Pois há 27 fraudes lógicas em um espaço muito curto (9 minutos), ou seja, temos uma média de 3 fraudes por minuto, uma a cada 20 segundos.

É mentira demais, até mesmo para Dawkins.

E então… Cadê o senso crítico dele e dos seus colegas ateus? É uma boa pergunta. Lembrando que estou contando apenas quem teve a coragem de mentir na cara de pau, deixando de lado quem é conivente com o discurso fraudulento de Dawkins – Por exemplo, a turma que estava assistindo o espetáculo e urrava, apoiando-o.

Ele diz ainda que Dakwins “se atreveu”, mas isso em nada muda o fato de que ele mentiu várias vezes e agiu com desonestidade. Uma coisa não justifica a outra.

E, terminando, diz que está de acordo com o “plano infalível” de Dawkins. Ou seja, não adianta nem mostrar a fraude, pois ele já viu, optando por aceitar as mentiras.

E não é a primeira vez

Tivemos a mesma situação, em vários outros casos, de apoio incondicional dos ateístas a desonestidades que estavam a favor do ateísmo.

Vejam este tópico da comunidade “Richard Dawkins Brasil”, em que uma entrevista de Bertrand Russel é o tema central. Mesmo com a entrevista sendo uma salada de falácias (por parte de Russel), o apoio foi total, como é facilmente percebido pelas declarações dos foristas. Alguns exemplos:

  • Aplausos para o grande herege!
  • esse foi o cara
  • Um dos melhores conjuntos de todos os conjuntos que se contêm a si próprios como membro.
  • Uma aula de consciência e razão.
  • Magnifico!!!
  • Belo exemplo de simplicidade e lucidez…

Lembrando: As falácias de Russel também foram identificadas pelo Luciano.

No tópico acima, vocês podem ver que o mesmo aconteceu no site da LIHS, não apenas uma vez.

Um texto lá publicado também desligou o senso crítico ateísta. Texto que está repleto de frases de efeito e de auto ajuda, ilógico.

Mais um caso

Desta vez, é Sam Harris. Ele publicou um texto intitulado 10 myths and 10 truths about atheism (Em português: 10 mitos e 10 verdades sobre ateísmo), que foi traduzido pela LIHS.

À época, eu não tinha ainda este blog, mas já contribuía com outros blogs teístas comentando. Eu também costumava acessar o Bule Voador com maior frequência. E caí nesse texto de Harris. Ao ler os comentários notei exatamente o mesmo comportamento, a mesma ausência de senso crítico dos casos anteriores.

Até fiz uma lista. Vocês podem conferir estes comentários na íntegra, na entrada publicada pela LIHS com a tradução.

Alexandre: “Perfeito, nada mais tenho a dizer.”

Pedro Almeida: “Texto impecavel o de Sam Harris. (…) Eu acho q ele é um ateu mt bem embasado e meu preferido no momento, mais que Dawkins, já q Harris entra mais fundo na filosofia, experiencia humana e ciência geral (…).”

Gláucio Pigati: “Achei o texto perfeito. Concordo em gênero, número e grau. (…)”

Alex: “Ótimo texto. (…) Gosto muto dos textos e videos de Sam Harris. Muito bons!”

Homero: “Texto perfeito, claro, conciso e extremamente racional e lógico. (…) O texto acima explica muito bem o ateísmo e o pensamento ateu. (…)”

Erik Ferrari: “Os textos do Bule são excelentes!!! Parabéns!”

rayssa gon: “muito bom o texto. nós, como ateus, lendo isso, devemos sentir orgulho. pelo menos é como eu me sinto.”

Nota-se que não é apenas falta de senso crítico. É também apoio às desonestidades.

E não adianta mostrar a refutação: É perda de tempo, pois eles negam que haja desonestidade. É como se não pudessem admitir que Harris está errado, uma forma de fanatismo.

Conclusão

Não há como discutir ateísmo com neo ateus. Eles nunca assumem a invalidez dos argumentos apresentados por outros ateus. Alguns ateus clássicos ainda admitem, mas a maioria apenas “deixa passar mesmo”.

Não importa o tamanho da mentira: Ela sempre segue válida, desde que possa ser utilizada para pregar ateísmo, militar contra os teístas e contra os religiosos, enfim. Não adianta expôr, pois eles irão fazer de conta que não estão vendo nenhum tipo de desonestidade.

Também não adianta promover um debate sobre o assunto, pois o autor (Richard Dawkins) foge de qualquer debate que não tenha interesse.

O jeito é passar a informação adiante…

*Não são 27 mentiras exatamente, mas sim 27 desonestidades intelectuais principais.

Read Full Post »

Este argumento se apóia na diversidade e inconsistências de revelações em diferentes religiões, apresentando-as como evidência contra a existência de Deus. É suposto também que os religiosos defendam uma inerrância bíblica (Não irei defender outra forma de teísmo aqui) ou que a bíblia é evidência de que Deus existe, para que o argumento tenha valor.

Tal argumento é proposto até mesmo com roupagem estatística, e chega até mesmo a calcular uma percentagem para a possibilidade de uma crença ser real (o que é um delírio, uma vez que o conceito de chance simplesmente não se aplica a esta questão).

Não se escolhe uma religião por sorteio nos dados ou no bingo do bairro. Simplesmente não faz sentido calcular percetagens, porque estas não tem valor algum para o assunto (Red herring). O autor parte do princípio que o teísta religioso escolhe sua religião dentre uma “lista” e que esta está sujeita às chances, ou à aleatoriedade…

Um espertinho poderia até mesmo inverter a falácia e colocar a grande quantidade de religiões contra o ateísmo, alegando que “Com tantas religiões, é altamente improvável que o ateísmo esteja certo”. Mas não faremos isto aqui.

O argumento ainda defende que “revelações inconsistentes entre si são evidência de que não são reais, e portanto, Deus provavelmente não existe”. E também que a presença de contradições em livros da revelação (nesse caso, estamos a falar da bíblia) iriam pelo mesmo rumo. Talvez esteja, então, explicado porque alguns ateus (especialmente antiteístas) focam tanto em pregar contradições bíblicas, mesmo que sem sucesso.

Enfim, vamos montar este argumento (já considerada a posição dos religiosos perante a revelação divina):

  1. Há muitas revelações divinas apresentadas por diferentes religiões;
  2. Estas revelações não estão perfeitamente de acordo entre si;
  3. As contradições e desacordos entre revelações diferentes não estão de acordo com a existência de Deus;
  4. Logo, provavelmente Deus não existe.

O erro está presente na terceira premissa, em apresentar as diferenças entre as revelações como argumento contra a existência de Deus. A crença em Deus não é necessariamente religiosa (eu, por exemplo, não me encaixo no perfil religioso, mesmo sendo cristão – A definição “teísta cristão” é preferível a “religioso”). Só isso já invalida qualquer crítica ao teísmo através da religião e das diferenças entre elas. Logo, a conclusão que segue é inválida.

A menos que o ateu demonstre que a fé na existência de Deus, em um caso particular, é obrigatoriamente religiosa (não confundir com a fé em Deus).

Ou seja, um ateu a apresentar o argumento pode até alegar que o cenário contrário (revelações a concordarem entre si) seria mais esperado se Deus existisse, mas será questionado sobre a validade dessa alegação.

E o mais curioso é que não são apenas as diferenças entre revelações que são criticadas pelos ateus. As partes consistentes, entre diferentes relatos, também são criticadas, pois daí o ateu assume que religiões podem ser cópias das outras, como foi feito (inclusive, muito mal feito) em Zeitgest. Em resumo, não parece haver escapatória para os teístas, pois os ateus, ao aplicar esta dupla argumentação, praticamente anunciam: ímpar eu ganho, par tu perdes.

Não importa se os relatos estão de acordo ou não: Se estiverem, é evidência de que Deus não existe, e se não estiverem também o são. Isso, claro, na cabeça deles.

No mais, é uma variação do argumento de que se Deus existisse e fosse único, não haveriam várias religiões. O que incorre na falácia de crença e/ou descrença pessoal, pois a crença em geral, bem como de determinados grupos específicos, não serve como argumento objetivo.

Ou seja, o argumento está refutado enquanto proposta a a diferença entre as revelações como suporte à hipótese de que Deus não existe, além de ser facilmente invertido e lançado contra o próprio ateísmo (que resulta na mesma falácia, como já foi demonstrado, e por isso não é recomendável para uso em discussão).

Read Full Post »

Nesta entrada já foi esclarecido que os processos evolutivos estão de acordo com o relato criacionista, de forma que vários deles são necessários para explicar o cenário atual.

É fato de que o trabalho dos evolucionistas (nesse ponto, pelo menos) acaba sendo contrário aos propósitos antiteístas de apresentar a carta “evolução” na mesa da discussão sobre teísmo e ateísmo, especialmente quando trata do teísmo cristão.

Mas isso não livra de algumas tentativas de distorção, tanto do evolucionismo quanto do relato do Gênesis, tanto por teístas (evolucionistas e/ou criacionistas) quanto por antiteístas e ateus (evolucionistas). Irei focar na distorção do evolucionismo.

Distorção do evolucionismo para pregação de ateísmo

Já foi mostrada na entrada anterior desta seção que a forma como a evolução é qualificada de ciência (perante a observação) está de acordo com o relato bíblico, sendo, na maior parte, importante para a explicação de pontos no cenário.

Ou seja, o modelo criacionista bíblico só teve a ganhar com as descobertas da ciência a respeito da vida. Isso inclui  os processos evolutivos.

Se é isto mesmo, porque é que há ateus a fundamentarem-se no evolucionismo como origem da vida, ou ainda, neo ateus a pregar evolução como se refutasse o teísmo (em especial o cristão)?

Pode ser por safadeza, motivação ideológica, falta de informação e/ou estudo…

Mas uma coisa tem-se a certeza lógica: de que não é por pertinência ao assunto. O evolucionismo, enquanto ciência, não defende uma vírgula de nenhuma hipótese para origem da vida, seja a abiogênese, ou panspermia cósmica, nem se posiciona contra o criacionismo.

O uso do evolucionismo, para pregação ateísta, se resume a ampliar indevidamente os processos evolutivos e suas formas de atuação, misturando a praticamente qualquer opinião de supostos especialistas, para dar a entender que estamos a falar de fatos, quando na verdade a falar de uma palhaçada.

Algumas proposições na “História evolutiva da vida”:

  • Origem da vida;
  • Abiogênese;
  • Panspermia;
  • Ancestralidade comum para todos os seres vivos;
  • “Evolução” fora da área dos processos evolutivos observados (Exemplo: Fotossíntese);
  • Datação radiométrica;
  • Coluna geológica;
  • Atmosfera primordial;
  • E outras que seguem pelo mesmo rumo.

Ou seja, a proposta evolutiva da origem da vida é praticamente nula, uma vez que foge da observação científica (que valida o que é evolucionismo e o que não é) para suposições e invenção de cenários que estariam de acordo com a ampliação dos processos observáveis.

Um exemplo: Um neo ateu evolucionista a pregar evolução em uma comunidade teísta cristã alega que a vida não existe apenas a milhares de anos atrás porque a evolução diz que a vida já existe há bilhões de anos, e que todos os seres descendem de um único ancestral comum. O natural é que o sujeito seja logo desmascarado nessa mentira, uma vez que está usando várias premissas anticientíficas e bastante questionáveis:

  • Uso do evolucionismo como representação da origem da vida;
  • Uso da datação radiométrica como representação fiável de tempo;
  • Extrapolação dos processos evolutivos (variação, especiação, adaptação) durante milhões/bilhões de anos para evidenciar que a vida surgiu de um descendente comum (espécie).

E a história se repete em praticamente todas as discussões entre teístas (principalmente cristãos) e ateus. Quase sempre descamba para a falsa dicotomia entre ciência e relato do Gênesis.

E sempre que o neo ateu impõe essa falsa dicotomia, ele acaba por tentar difamar o cristianismo, opondo-o à ciência. Pouco interessa se ele faz isso intencionalmente ou não.

Sejamos justos: Alguns cristãos também têm sua parte nisso, quando não refutam e agem de forma “mansa” ou facilmente ridicularizável, pois aí são úteis para a propaganda ateísta.

Do momento que o ateu pregou evolução, ele já errou. Deixar o erro passar por verdade é um erro ainda pior. E se isso acontece de forma deliberada (um cristão que sabe que o ateu mente, mas não quer refutar por mansidão ou por vontade própria), não há palavras para descrevê-lo (embora “covarde” seja um bom início).

É por este motivo que este blog é a favor do estudo do evolucionismo pelos cristãos, mas de uma forma crítica (com investigação, e não apenas leitura de ensino fundamental), separando a ciência evolutiva da encenação científica feito por evolucionistas antiteístas ou seculares.

Um cristão que estuda e entende como se dá evolução nos seres vivos desmascara com facilidade qualquer pregação ateísta. Para além disso, todos (pelo menos até agora…) os argumentos neo ateístas na área da biologia são baseados na distorção da ciência evolucionista como forma de disfarce científico.

Read Full Post »